sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
===DOIS LADOS===

A vingança é um prato frio
Em que você pode se lambuzar
É um quarto escuro
Um poço fundo
E você pode se afogar...
São dois lados dessa moeda
Chamada "Obsessão"
Amor e ódio moram juntos
Dividindo esse coração...
São dois lados
Dessa obsessão
Dois lados
Nesse mesmo coração...
À distância você vê
O paraíso, um lugar ideal
Você bem sabe que de perto
Ninguém é tão normal...
Você não consegue evitar
O desprezo e o vulgar
E não vai parar
Ninguém vai te impedir
De um dia chegar lá...
São dois lados
Dessa obsessão
Dois lados
Nesse mesmo coração...
O pecado mora ao lado
Café na cama, traição
Abraçados, arame farpado
Não há luz sem escuridão...
São dois lados
Dessa obsessão
Dois lados
Nesse mesmo coração...
-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----*-----
Esta é uma música Frejat.Ela me chamou a atenção por falar de vingança, que é algo que está destruído o mundo,pois vingança atrai vingança.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
*A PROPAGANDA*
Uma divulgação atraente pode conquistar a atenção de muitos consumidores perante um produto, influenciando na popularidade do mesmo.
A propaganda interage em nosso cotidiano, de tal maneira que passamos a desejar aquilo que a televisão, a rádio e outros meios de comunicação em massa nos oferecem.Às vezes, nem ao menos procuramos analisar a qualidade do que desejamos.Isso é notável nos produtos em fama que mostram defeitos em pouco tempo.
Consumir o que está na moda é cada vez mais visível na sociedade.A marca é captada pela nossa mente, e passamos a observar se ela está sendo muito usada, para que posteriormente possamos utilizá-la segundo a orientação do público consumidor.Essa é uma forma de não termos opinião própria, uma vez que nos influenciamos pela dos outros.
Hoje em dia aparelhos como celulares, câmeras digitais e microcomputadores, avançam de forma que os antigos ficam defasados.Isto causa o desejo pelo novo nos consumidores, o que leva à questão: há a necessidade de se fazer essa troca?Como comprar o novo e abandonar o velho se muitas vezes nem ao menos terminamos de pagar um produto, já estamos pensando em outro?
Enfim, temos que aprender a não sermos tão consumistas e entendermos o que é prioridade em nossas vidas.
Elivelton da Silva
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
O PODER DA MÚSICA

No começo do século passado a guerra não era impessoal como é hoje.Soldados inimigos encontravam-se frente a frente no campo de batalha.As trincheiras -buracos cavados no chão, com sacos de areia à frente- eram o único modo de proteger-se dos tiros e granadas.Na noite de Natal de 1914, houve uma trégua.Soldados britânicos, em suas trincheiras dormiam ou pensavam em suas famílias distantes.De repente, viram velas sendo acesas do lado alemão.E logo os alemães começaram a cantar "Noite feliz" na língua deles.Quando terminaram os militares britânicos responderam cantando outra canção típica do Natal, em inglês.E assim continuou, os alemães cantavam uma canção, os britânicos cantavam outra, até que todos cantaram juntos o hino "Venham todos os fiéis" (Adeste Fiteles)...O soldado britânico Graham Wilson que descreveu o episódio, diz:"Foi realmente a coisa mais extraordinária que já vi, duas nações inimigas cantando a mesma canção no meio de uma guerra".
(Cf."O natal que a guerra parou", de Marcelo Starolindas, Folha de São Paulo,24/12/1999.)
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O DESEMPREGO NO BRASIL
No Brasil percebe-se uma grande exclusão em relação aos jovens sem experiência.Um dos primeiros requisitos que são procurados em uma entrevista é:"onde você já trabalhou".Se caso este entrevistado não tiver referências, há uma imensa possibilidade de ser rejeitado.
A qualificação profissional, que também é muito exigida em entrevistas, é considerada uma barreira, sobretudo para jovens periféricos.Que não acham condições de capacitação aos modernos processos tecnológicos, como o exemplo da informatização, proporcionando uma delimitação à alguns.
É necessário uma atenção maior à juventude, que é o futuro do nosso país.Talvez se houvesse programas de integração para o mercado de trabalho que facilitam a conseguir estágios em empresas, claro dando-os toda uma qualificação,este problema poderá se resolver,aos poucos.
Elivelton da Silva
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
CONSEQUÊNCIAS DO PASSADO
O racismo no Brasil vem sendo resultado do intenso processo de escravidão e a falta de oportunidades numa sociedade desigual.
A escravização dos povos africanos é hoje marcada em vários livros, que contam a submissão dos negros perante os colonizadores.Esse contexto do passado, por sua vez, na mente de muita gente torna-se mais evidente o conceito de que os negros devem continuar sujeitos às ordens dos outros.
O sentimento de superioridade de um país cada vez mais racista, tem revelado a falta de oportunidades.O desenvolvimento do negro no mercado de trabalho ainda se mostra baixo, mesmo quando ele é alfabetizado, bom profissional e, acima de tudo, de boa condulta, a exclusão mais uma
vez é óbvia.
É necessário um novo conceito sobre os afro-descendentes, analizarmos as suas conquistas e entendermos que, diferente do passado, hoje existem leis contra o racismo.Não podemos esquecer da influência cultural que o nosso país recebeu do negro com as suas tradições cotidianas, rituais religiosos, culinária e manifestações festivas, que dão uma ampla visão ao mundo de miscigenação brasileira.
Elivelton da Silva
A escravização dos povos africanos é hoje marcada em vários livros, que contam a submissão dos negros perante os colonizadores.Esse contexto do passado, por sua vez, na mente de muita gente torna-se mais evidente o conceito de que os negros devem continuar sujeitos às ordens dos outros.
O sentimento de superioridade de um país cada vez mais racista, tem revelado a falta de oportunidades.O desenvolvimento do negro no mercado de trabalho ainda se mostra baixo, mesmo quando ele é alfabetizado, bom profissional e, acima de tudo, de boa condulta, a exclusão mais uma
É necessário um novo conceito sobre os afro-descendentes, analizarmos as suas conquistas e entendermos que, diferente do passado, hoje existem leis contra o racismo.Não podemos esquecer da influência cultural que o nosso país recebeu do negro com as suas tradições cotidianas, rituais religiosos, culinária e manifestações festivas, que dão uma ampla visão ao mundo de miscigenação brasileira.
Elivelton da Silva
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
DIALETOS DO SUDESTE BRASILEIRO

dialeto paulista
Existem muitas diferenças dentro do mesmo estado. Os paulistanos falam de uma maneira, já o pessoal das cidades do interior, de outra, que também diferem entre si.
Algumas cidades tiveram influência americana, enquanto que o dialeto paulistano teve uma forte influência da colonização européia.
A peculiaridade na pronúncia da letra R talvez seja o maior símbolo da fala de cidades do interior de SP.
Confira o significado de alguns termos usados em São Paulo:
farol = semáforo, sinaleira
guia = meio fio
holerite = contra-cheque
carta de motorista = carteira de motorista
mandioca = macaxeira, aipim
mexerica = tangerina, bergamota, laranja-cravo
mina = menina, garota, namorada
bornal = saco para carregar mantimentos ou alimentos, embornal
dialeto mineiro
A característica do dialeto mineiro apareceu durante o século XIX, após a decadência da mineração, quando o estado foi largamente esquecido, com seu acesso ao mar bloqueado por florestas e altas montanhas. Devido a esse isolamento o estado sofreu influência do dialeto do Rio de Janeiro no sudeste, enquanto o sul e a região do Triângulo Mineiro passou a falar o dialeto caipira, de São Paulo. A região central de Minas Gerais, contudo, desenvolveu um dialeto próprio, que é o conhecido dialeto mineiro.
Características;
O dialeto mineiro apresenta as seguintes particularidades fonéticas:
* Apócope das vogais curtas: parte é pronunciado part' (com o "t" levemente sibilado).
* Assimilação de vogais consecutivas: o urubu passa a ser u rubu.
* Apócope do "r" final: cantar se pronuncia cantá.
* Somente o artigo é flexionado no plural, à semelhança do caipira: os livros é dito oz livru. Meus filho se pronuncia meus fiu.
* Permutação de "e" em "i" e de "o" em "u" quando são vogais curtas
* Contração freqüente de locuções: abra as asas passa a ser abrazaza.
* Alguns ditongos passam a ser vogais longas: fio converte-se em fii, pouco é dito poco.
* Algumas sílabas são fundidas em outras. -lho passa a ser i (filho ==> fii), -inho converte-se em -inh (pinho ==> pinh).
* "r" é pronunciado como uma consoante aspirada: rato.
* Sonorização do "s" final antes de vogal.
* Ditongação de vogais longas: paz se pronuncia paiz
Dialeto fluminense

Dialeto fluminense é um dialeto do português falado no estado brasileiro de Rio de Janeiro e nas regiões limítrofes com os estados vizinhos.
Sua origem encontra-se em algumas regiões portuguesas, de acentuações orais de Portugal da época da colonização portuguesa, possivelmente mais acentuada depois da vinda da corte ao Brasil, no início do século XIX.
Características
a) palatização do l (lh), do d (dj) e do t (tj) antes de i ou e reduzido. "lhinha", em vez de linha "lhi" em lugar de li(daí o trocadilho que pode ser feito entre as palavras "velhinha" e "velinha"; "djia" em vez de dia, "antigamentchi", em vez de antigamente.
b)redução dos semiditongos ou ditongos crescentes a hiatos. Italiano em vez de "Italyano"; social em vez de "socyal"; solucionar ou invés de "solucyonar"
c) palatização do s (sh)no final de sílaba: "ash", em lugar de as; "meiosh" em lugar de meios.
d) transformação do r (líquido) em aspirado (h), no final da sílaba: "adorah" em vez de adorar; "ihmos" ao invés de irmos; "cahu", em lugar de carro.
e) A semivocalização discreta do l posvocálico, no final de sílaba, em w (u): "maw" (mal), "hohívew" (horrível), "infantiw" (infantil), "sów" (sol), "azuw" (azul). A prova deste fato pode ser feita fazendo-se seguir a uma dessa palavras outra iniciada por vogal; vê-se que o l desaparece, dando lugar a um u: o azul-anil é uma cor linda (U azuwanil é uma coh lhinda)
Não existe no carioca e no fluminense as sílabas di, li e ti, mas sim, dji, lhi e tchi; nem a ditongação paulista dos hiatos: "Lwiz" (Luís), Riu (Rio), tiu (tio)ou do "e" nasal tônico: "veyndo" (vendo), "aprendeyndo" (aprendendo), nem o r (enrolado)no final de sílaba. Assim, a frase "Monsenhor Artur Aguiar é nosso Bispo auxiliar", soa, no carioca-fluminense, como "Monsenhoh Ahtuh Aguiah é nossu Bispu Auxiliah", enquanto o paulista diria: "Monsenhor' Ar'tur' Aguiar' é nosso Bispo Auxiliar'"
O l nunca se transforma num r, nem o lh num y: Mulher malvada (Mulyeh mawvada = carioca-fluminense) (Muyé marvada = caipira).
Dialeto capixaba

O capixaba não é famoso pela sua forma de falar, mas mesmo assim...
Eles costumam dizer pocar em vez de encher.Exemplo;
“Vou te pocar de porrada.”
Porém concentra-se em seu sotaque a influência mineira e fluminense.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O FAZENDEIRO E OS FILHOS
Um fazendeiro sentiu a morte próxima e chamou os filhos para contar um segredo.
-Meus filhos, eu vou mrrer.Quero dizer que no nosso terreno há um tesouro escondido.Se vocês cavarem, vão encontrar.
Logo que o pai morreu, os filhos pegaram pás e ancinhos e reviraram o terreno de todo jeito procurando o tesouro.Não acharamnada, mas a terra trabalhada produziu uma colheita nunca vista.
O trabalho é o verdadeiro tessouro.-Meus filhos, eu vou mrrer.Quero dizer que no nosso terreno há um tesouro escondido.Se vocês cavarem, vão encontrar.
Logo que o pai morreu, os filhos pegaram pás e ancinhos e reviraram o terreno de todo jeito procurando o tesouro.Não acharamnada, mas a terra trabalhada produziu uma colheita nunca vista.
ESOPO
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
O urso e os viajantes
----------Dois viajantes encontraram um urso na estrada.
O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.
O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora.(Dizem que um urso não mexe com quem está morto.) O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que é que o urso tinha cochichado.
Resposta:Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.
O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.
O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora.(Dizem que um urso não mexe com quem está morto.) O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que é que o urso tinha cochichado.
Resposta:Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.
É na dificuldade que se prova a amizade.
ESOPO
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